Acordar em cima da hora, pular o café da manhã, seguir para uma reunião longa e depois para horas no trânsito... Quem nunca culpou a rotina atribulada na hora de justificar a má alimentação? O problema se torna maior quando o cardápio pobre em nutrientes começa a prejudicar sua rotina profissional.

O jejum prolongado, que acontece sempre que pulamos alguma refeição, deixam o organismo sem a energia necessária para funcionar plenamente. Isso significa, na prática, menos concentração, mais mau humor, sonolência e dores musculares. A matemática aqui é simples: o alimento é combustível para nos manter ativos.

Ter alguns alimentos por perto é uma boa saída. As frutas são práticas de carregar e fontes de vitaminas e minerais (e ainda nos livram da tentação de consumir alimentos industrializados em excesso). As melhores são aquelas com casca, que duram o dia todo mesmo sem refrigeração.

Ainda nos snacks da manhã e da tarde, outra dica é optar pelas oleaginosas (como nozes, sementes e castanhas) para fugir dos pães, biscoitos e barrinhas de cereal. Além disso, é sempre importante tomar cuidado com as porções, independente de qual for a refeição. Comer demais pode causar sonolência durante a digestão.

Hidratar-se bem é outro ponto importante para manter a concentração no trabalho. Tenha sempre por perto uma garrafinha com água, chá ou suco natural. E se você não resiste a um doce, anote a dica: o chocolate amargo ou meio amargo é fonte de energia. Uma porção de 50 g já é o suficiente para trazer benefícios ao coração, memória e humor.

Selecionamos algumas sugestões de snacks para os intervalos entre as principais refeições:

Lanche da manhã:

1 fruta fresca (goiaba, maçã, banana, mexerica)

1 iogurte com cereais integrais (granola)

Lanche da tarde:

1 kit de oleaginosas (nozes, castanha-de-caju, castanha-do-Brasil, amêndoas e semente de girassol)

Agora acabaram as desculpas: cuide da sua alimentação no ambiente de trabalho para render cada vez mais!